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Telecinagem - Conheça os Processos Existentes.



Trabalhamos com Cine desde os anos 70, no auge dos filmes caseiros super-8 mm. Na época registrávamos em cinema “super 8” muitos momentos, que graças a este serviço puderam ser guardados para sempre.

Nos anos 80 o “Super 8” acabou sendo inviável porque o Videocassete se tornou muito popular e barato. Muitos serviços de Telecinagem apareceram, passando antigos super-8 para o VHS. Com isto podia-se então assistir os antigos filmes na TV, sem a necessidade de montar e desmontar projetor, tela, etc. Mas a perda de qualidade do filme para o VHS é notável. Além disso a total incompatibilidade entre a velocidade dos quadros na projeção e do VHS, trouxe alguns problemas, tais como pisca-pisca no filme telecinado. Um outro problema é a luminosidade do quadro que é mais clara no centro que nas bordas, formando uma bola que estoura a luz no centro e escurece nas bordas.

Com o advento do Super-VHS, das câmeras digitais e polularização do DVD, a qualidade da imagem de captura melhorou, mas o problema da luminosidade e do pisca-pisca permaneceu.

Para corrigir o pisca-pisca, quem utiliza o sistema convencional, mudou o obturador do projetor das 3 pás convencionais para 5. Então em vez de piscar 3 vezes por quadro a 24 qps que daria 72 piscadas por segundo, o projetor passou a piscar 5 vezes por quadro proporcionando 120 piscadas por segundo.

Como o vídeo captura 30 quadros por segundo, cada quadro do video estará aberto para quatro piscadas do projetor durante o processo de telecinagem. O problema deste processo é que nem sempre as quatro piscadas do projetor, correspondem ao mesmo quadro do filme, enquanto está aberto o obturador da câmera. Então acontece a remontagem de quadros. Como o projetor original está calibrado para trocar o frame entre uma das 3 piscadas, com o sistema alterado para 5, uma das piscadas acaba acontecendo entre a troca de dois frames, e isto acaba estragando a qualidade do video final.

Para filmes feitos a 18 qps, que são a maioria para super 8, os telecinadores passam a projeção para 20 qps, com obturador de 3 pás o que dá 60 piscadas por segundo. Duas para cada uma da câmera. O problema da sobreposição de quadros permanence. E neste caso os filmes sonoros acabam tendo a velocidade do som complicada. Mais complicados ainda para os filmes em 8 mm normal, que eram feitos em 16 qps, mesmo os profissionais. Estes filmes quando são projetados a 20 ou 24 qps ficam parecendo os antigos filmes mudos pastelão.

Alguns telecinadores recuperam a velocidade normal utilizando depois alguns softs para isto. Mas em vez de resolver, este método acaba piorando o resultado, pois os quadros sobrepostos acabam sendo replicados, embaçando ainda mais o vídeo.

Uma outra maneira é utilizar uma câmera europeia em PAL-G, pois a velocidade dos frames é de 25 qps, quase parecido com a maioria dos filmes profissionais que é de 24 qps. Mas além da transformação para NTSC perder movimento e deformar o quadro, piorou para a maioria dos filmes que são feitos em 16 ou 18 qps.

Um outro problema que apresenta o processo convencional de telecinagem é que os projetores costumam cortar as bordas da área de projeção do filme.

  Qual é a solução? Em vez de projetar e capturar, nos fazemos a ampliação individual de cada quadro. Ou seja, cada quadro passa a ser uma fotografia digital individualmente. Então, com um processo de computação, montamos o filme na velocidade correta, sem qualquer pisca-pisca ou remontagem de quadros, e com luz igualmente distribuida por todo o quadro.
Toda a área do quadro é ampliada, sem perdas das laterais, de forma que alguns detalhes que são vistos no nosso processo, eram perdidos no processo convencional. Cada fotograma do filme se torna uma fotografia digital. E ainda se pode corrigir a velocidade se no caso a câmera, na hora da filmagem, estivesse com as baterias fracas, e acabasse filmando a 14, 12 ou até menos quadros por segundo.

No sistema convencional o som é capturado ao mesmo tempo que a imagem e fica acelerado. No nosso processo ele é capturado separadamente, tratado, remasterizado, melhorado, e depois remontado no video, exatamente com a mesma velocidade que foi gravado. O som fica natural.

Para alguém que já tenha passado os seus filmes super-8 para VHS, recomendamos que passe-os para digital agora. Mas não do VHS, pois muita qualidade já foi perdida, mas dos filmes originais. Infelizmente alguns jogaram os originais fora depois de telecinar para VHS e hoje lamentam a decisão


Este é o antigo processo de Telecinagem convencional.



Projetor e Câmera colocados lado a lado. A câmera captura a imagem da tela.





  Este é o nosso Processo, e também dos melhores laboratórios americanos.



Ampliação diretamente do fotograma. Um conjunto de lentes e espêlhos amplia e captura, quadro a quadro, todos os frames do filme, e depois são montados na velocidade correta.

Não existe projeção nem retro-projeção. Portanto não existem telas que agregem textura na imagem final.

O resultado é tão perfeito que dá para enxegar os pequenos grãos da gelatina do filme

Cada um dos quadros do filme se torna uma foto digital.



Um outro problema do sistema convencional é que alguns filmes já ficaram amarelados, roxos, esverdeados ou avermelhados (depende da marca), por ação da oxidação das cores na gelatina dos mesmos. Afinal estas cores são obtidas a partir de sais metálicos. Quando os filmes são telecinados diretamente para o DVD, pouco se pode fazer para corrigir estas côres. Mas com um bom trabalho de computação pode-se recuperar boa parte côres originais.



Recuperamos filmes com problemas, mas com orçamento após a avaliação em nossos laboratórios.



Também é possível fazer cópias no formato PAL, caso deseje presentear um amigo ou parente na Europa.

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